Dia Internacional da Mulher




  • As flores irradiam a glória e a beleza de Deus-Mãe, pois ela caminha sobre a Terra em cada mulher.

Mulher! Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre. Mulher! Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus. Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.

Homem! Neste dia internacional da mulher, lembra-te que podes divinizar-te pela admiração da mulher.

  • Estás aflito? Recorre à mulher. Ela é o consolo dos aflitos.
  • Estás enfermo? O toque da mulher é curativo.
  • Queres descobrir os mistérios da Divindade? Busca compreender o coração da mulher.

Porque quem não reverencia a mulher, fecha as portas à graça e à beleza.

Mulher! Ao olhar-te no espelho, reconhece ali a Mãe Divina! Mira-te nela! Encarna com dignidade os dons femininos de amor, fidelidade, pureza, sensibilidade, compreensão, delicadeza, generosidade, doçura, abnegação, serenidade e o dom de tudo embelezar.

Mulher! Não te deixes corromper pela futilidade e mediocridade do mundo. Aumenta ainda mais tua força, apreendendo as virtudes dos homens, mas nunca os vícios. A regeneração do mundo depende de ti, pois tens o poder de moldar o caráter de um ser, desde o teu ventre e por toda a sua vida.

Podes transformar teu lar num templo da Divina Missão de Amor. Quando defendes tua dignidade, defendes a dignidade de cada ser humano .

Mulher! Rejeita qualquer pensamento ou sentimento de rivalidade, pois isto destrói a unidade das mulheres. Caminha graciosamente, olhando sempre com admiração o teu eterno companheiro, o homem.

Mulher! Neste Dia Internacional da Mulher, dedicado a ti, todos te proclamam como a Senhora da criação e da beleza e admiram a dádiva que é ser mulher!

Uma história de amor – não é vilão de novela

Seu NasórioDurante o jantar a mente da Vovólima era inundada por pensamentos da sua juventude e como a sua vida havia caminhado até aquele momento. A indagação de Fabine sobre o seu Nasório havia ativado uma torrencial de informações sobre aquele senhor que tanto lhe fazia bem.

Por muitos e muitos anos, após a morte do seu esposo, Vovólima viveu e cuidou sozinha dos seus três filhos. Foram épocas muito difíceis, em que o salário do mês mal dava para sustentar os quatro e pagar as contas da casa. Mas com o tempo e a persistência, sonhos e conquistas foram alcançados. Só depois que todos os seus filhos cresceram, se formaram e foram embora de casa, que ela percebeu que estava sozinha novamente, sem ter alguém presente nas noites frias de inverno. É aí que o seu Nasório surge na sua vida.

Heitor Nasório é um simpático condutor de bonde da cidade. Ele faz a linha que liga o bairro da Vovólima ao centro. Se não fosse por obra do acaso, os dois nunca teriam se cruzado.

Em uma bela manhã de sábado, Vovólima estava de saída; ela ia ao centro visitar alguns armarinhos, comprar algumas sementes e ver se ainda havia algum tipo de chocolate que ela desconhecia. Ao se sentar em sua lambretinha vermelha -carinhosamente chamada de Zuleica ou simplesmente Zuzu- ela percebeu que ela estava muito cansada e que não queria ir ao centro. Por mais que ela tentasse, Zuzu não mexia um parafuso sequer. Sem ter outra opção, ela tomou o rumo da pracinha para pegar o bonde.

Em pouco tempo lá estava ela dentro aquele bonde negro brilhante. Ele era um cavalheiro alto e magro, muito simpático que fez questão de a ajudar a subir para dentro da condução. Como o caminho para cidade era um pouco longo e ela nunca havia pegado o bondinho para o centro, Vovólima pergunta para o condutor:

- Moço, vai demorar muito para chegar?

Com um sorriso estampado no rosto, o seu Nasório responde – “Minha jovem, faz tanto tempo que ninguém me chama de moço que eu fico até atordoado! Olha só, ainda vai demorar um pouco para chegar na cidade, mas se preocupe que você está no meu carro e aqui é o melhor lugar para estar!”

A vovó acho muito meigo aquele senhor comprido, magro e orelhudo que gesticulava muito enquanto falava. Parecia até um personagem caricato das histórias de fadas, mas estava mais para um velho príncipe vestido com sua beca impecável, composta por uma calça e paletó azuis escuros como o fundo do mar, com detalhes na gola e botões dourados, luvas tão brancas como as nuvens do céu e um quepe com um grande símbolo vermelho da companhia municipal de transportes. Em toda as paradas, ele virava para vovó, piscava os olho direito e falava “já-já chegamos!”, sempre transparecendo um ar de felicidade. Uma outra curiosidade sobre esse nobre condutor é sua estranha mania de usar assovios para indicar as partidas e paradas do bonde. Era um “fiu-fiu” para sair e um “fuuuuiii” para parar. A vovó estava achando muita graça com todo aquele teatro.

Chegando no centro, o seu Nasório prontamente desceu do bonde, erguendo a mão para aparar a descida da Vovólima, dizendo – “agora você pode descer minha jovem!” e a Vovólima respondia apenas com um tímido “‘brigada”.

Algumas horas se passaram e a Vovólima já havia terminado suas comprinhas. Comprou alguns tecidos exóticos do oriente, que possuíam o verde mais sedoso que ela já havia visto. Comprou também algumas sementes de gérberas, esperando ter em seu jardim essas lindas flores de cores tão vibrantes. Na loja central de chocolates não havia nenhum sabor novo, o que não impediu da Vovólima voltar com duas caixas de trufas meio-amargas. No ponto do bonde, ela se sentia um pouco ansiosa. Não sabia bem o porque. Sentia que estava esperando por algo que não sabia direito o que era. Não poderia ser o condutor do bonde, afinal ela o mal conhecia. Para o seu espanto, ela ficou decepcionada quando percebeu que o bonde havia chegado e que o condutor não era o mesmo da viagem de ida. Era tão diferente que ela teve que subir sozinha -cheia de caixas e pacotes na mão- os únicos dois degraus que davam acesso ao interior da condução. Voltou par casa pensando em como aquele jovem era mal educado em não ajudar uma velhinha a subir no bonde, mas logo depois seus pensamentos mergulharam na paisagem de final de tarde que cruzava ao seu lado.

No outro sábado a Zuzu estava melhor e ajudou a Vovólima em suas compras. Na hora do almoço, Vovólima estava sentada em sua mesa, comendo uma comidinha caseira do interior, quando um assovio familiar chamou a sua atenção: era o seu Nasório em pé à sua frente, com uma badeja nas mãos e com o seu quepe debaixo do braço esquerdo – “posso me sentar com a jovem?” – ele indagou – “claro!” disse a vovó.

Os dois tiveram uma conversa muito animada, regada a risos e a algumas imitações (inclusive com sonosplatia) por parte do seu Nasório. Após algum tempo, ele indagou:

- A senhora já foi até o ponto final?

- Não – Vovólima retornou

- Pois bem, se não for me atrever demais, gostaria de convidá-la a ir comigo um dia desses. Acredite em mim: você irá gostar.

Vovólima aceitou o convite e eles marcaram de ir ao ponto final no próximo sábado. Na data marcada, perto das quarto da tarde, Vovólima corria pela casa enquanto se arrumava. Ela estava usando um vestido feito com aquele lindo tecido do oriente, havia limpado os óculos com esmero e se deu o luxo de colocar um perfume bem suave que sua filha lhe trouxera do outro lado do mar.

Algum tempo depois ela estava na pracinha esperando o bonde passar e, como um relógio preciso, ele estava lá. Novamente o seu Nasório ajudou a Vovólima a subir no bonde. Desta vez, ambos estavam calados – até os típicos assovios do condutor sumiram. Depois de muitas ruas, prédios, lojas e pessoas de todos os tipos, apenas Vovólima e o seu Nasório chegaram no ponto final. O silêncio foi quebrado com o extender da mão do seu Nasório acompanhado pelo “vamos?” e os dois caminharam para uma pequena pracinha bem pertinho do ponto final. Um pouco mais a frente havia um banco de madeira, onde os dois se sentaram. Este banco não estava virado para a praça, mas para o outro lado onde era possível ver toda a cidade lá do alto.

O sol já estava começando a se por e foi aí que a Vovólima viu o que o seu Nasório queria lhe mostrar; o seu primeiro presente em muitos anos: um lindo por-do-sol.

por-do-sol

Gostaram dessa história de amor? Como ela pode continuar? Será que a vovis terá receio de se apaixonar novamente? Buzinem!!!

Um grande abraço,

.faso

Elogio ao Amor - Miguel Esteves Cardoso

Quero fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.Não se pode ceder. Não se pode resistir.A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

Senhor, Tu me sondas e me conheces.

Quando pensamos que já sabemos muito sobre a vida e sobre nós Deus nos confronta mostrando que ainda não sabemos quase nada. Quando olhamos para o céu e achamos que conhecemos o que faz as nuvens e por que chove, Deus nos mostra que exista mais além disso. Quando achamos que já chegamos a entender a vida e dizemos que ninguém nos conhecem além de nós mesmos, mais uma vez Deus nos diz que Ele nos conhece mais. Para termos uma noção de como o Pai conhece tente lembrar o dia do seu nascimento sem olhar foto ou vídeos. Tente. Não conseguiu, né? Eu também não, é impossível. Mas Deus nos conhece antes mesmo de nós termos nascido. Antes que você diga, ninguém me entende, Ele diz: Eu te entendo profundamente. Antes que você abra a sua boca para falar com ele, ele já conhece tudo o que você vai falar.
Se alguém já te disse que você não é ninguém e que você não é importante, lembre-se que um dia Jesus morreu por você, por amar vocêSe você pensa quesua vida é um simples acidente da genética, olhe para você e respire fundo. Se você fosse um simples acidente existiria tal perfeição??? Olhe para suas mãos, você tem um polegar! Olhe para seus pés! Eles te permitem ficar em pé! Seus olhos lhe permitem que saiba as cores da roupa que você está vestido agora.Seus ouvidos lhe ajudam a ouvir aquela música que você tanto gosta.

Você não é um acidente. Você é um milagre!

Se alegre, pois Ele tem o melhor para você! Os pensamentos dEle para com você são maravilhosos! (Sl 139:17)
"Glorificamos o Teu santo e glorioso nome Senhor, pela vida que nos tem dado. Continua tua obra, ó Pai, Sondá-me, ó Deus e conhece o meu coração; prova-me e conheces as minha inquietações. Vê se há em mim algo que não te agrade e guia-me pelo caminho eterno."


Amizade Distante ...


Estamos distantes e ao mesmo tempo tão perto ...

Ela sim é mais forte que o tempo. Ela sim poderia atravessar a imensidão do espaço e transceder os limites da vida.
Sim... Como ela é forte. Pois essa amizade nada e ninguém destruirá. Que perdure enquanto nossas almas existirem...
Que nem a distância, nem o tempo e nem mesmo os nossos erros, terminem nossa amizade.

nada é mais valioso do que ela ...

Amizade Verdadeira (:

Então é natal ?


Uma data tão linda & familiar, mais é sempre a bendita música : "Então é natal & ano novo também" , embora alguns já tenham enjoado da música, natal é uma data linda, e eu nem preciso falar. Então seja lá onde você for passar o natal, lembre de tudo o que passou nesse ano, tantos os momentos bons & os ruins, pois aí vem o novo ano, aí vem novas emoção, mais uma vez você ira ficar mais velho como todos, irá ter brigas com os(as) irmãs(os) chatos, & com as(os) namoradas(dos), mais é natal logo menos, e esse data é só uma vez por ano, então aproveite, e um feliz natal c2

Bye bye 2010 ...


Falta pouco pra dizer adeus ao ano de 2010, e aí vem a pergunta "E o que virá no ano seguinte ?", espero que pelo menos pra mim o ano seja bom, mais em nome de todos peço paz nesse mundo! O meu 2010 foi um ano um pouco difícil, pois tinha vitórias & derrotas , mais sempre de cabeça erguida, pois não é uma batalha perdida que irá me derrubar, mais enfim ... Nada na vida é por acaso. Então que aconteça o que tiver que acontecer, e que seja naturalmente, que venha 2011.